Nove meses.
Tudo começou na Ilha das promessas desesperadas.
Duvidosamente acreditei nos outros, sem desconfiar de ti.
Alívio.
A cada passo dado na Ilha, me aproximava de mim mesma.
E sem te perder de vista, cobri meus olhos com cortinas de ferro.
Amor.
Influenciada pelo desânimo perpendicular a ti, arrependi-me.
E finalmente te enxerguei.
Óculos.
A Ilha esquecida tornou-se pretexto.
As falsas descobertas a seu respeito tornou-se dúvidas.
Nove meses.
Gestação.
Injeção de uma quase indigestão.
Continuo na Ilha. Mas já estou de partida.
Compartilharemos no mínimo a saudade.
De olhares infantis e sutis.
Arrependa-se do tempo que perdeu.
(Mesmo assim, ainda gosto de você)
Escrito por Laura às 6:49 PM
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