Labirinto.
A prisão perpétua da mente: Liberdade.
Liberdade essa que nos conduz ao nada.
Encontrada no conjunto vazio da alma é desesperadamente procurada pelos ofegantes – rebeldes.
O que ninguém avisou: A liberdade, cega.
E nessa busca incansável, a mente se perde num deserto infinito; onde só existem conjugações mal-feitas de um futuro - passado que está por vir.
O absurdo: Ser livre.
A luz, ainda é forte. A mente se cansou da dúvida, da dívida. Mas ainda há o inexistente tempo de escolher. De aceitar. De decidir.
A decisão: O encontro de si mesmo.
Num toque, num sorriso e na espontaneidade. Por tempos, será livre e dono de todos os sentimentos que o regiam na escuridão do deserto.
O caminho: Despertar do sono profundo.
Escrito por Laura às 8:11 PM
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