KASHMIR
O mesmo coração que bate, está consumado.
As futilidades cotidianas são úteis para os amantes.
O relógio não descansa. O tempo não pára.
A música já não é a mesma, o piano desafinou.
O Minotauro não quer mais a Ilha.
Creta ficou pequena demais.
O calendário já marca o fim.
A sintonia é inexiste.
O esforço... O esforço está por vir. Amanhã, quem sabe?
A coragem tem medo do oculto.
A escuridão, agora, já não é tão fria.
O silêncio, já não é gritante.
O corpo está dormente.
A mente sórdida virou plasma.
E você... Você não passa de mais Um.
Escrito por Laura às 8:14 PM
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