O DESCONHECIDO, DESCONHECIDO.
O fim de todos nós: é o recomeço.
O dia termina, a noite começa, e o que deveríamos fazer, geralmente não fazemos.
A relatividade do assunto não vem ao caso, o acaso é relativo.
O disco parou, a música terminou, nem tudo é descartável.
Nós, humanos somos. Somos mais descartáveis em vida, do que na morte.
E você sabe do que eu estou falando.
Mas amanhã é um novo dia. E o prazer é só nosso.
Nada foi em vão. O tempo não vai atrapalhar, ele é oco!
Respeite-o, que em troca terá bons momentos.
O chão nós sentimos, mas ainda falta atrito.
O vento continua soprando, e você nem sente... Não tem vergonha?
Já experimentou ter outra visão panorâmica do seu umbigo, ou da sala que tanto te atormenta?
Não tente.
Passamos tempo demais dormindo comodamente o sono dos anjos.
O desconhecido é muito desconhecido e ecoa na alma dos aflitos.
Por isso que não se pode levar à risca as coisas fúteis, tudo é fútil!
PARA OUVIR # LOS HERMANOS - ALÉM DO QUE SE VÊ #
Escrito por Laura às 4:23 PM
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